sexta-feira, 30 de novembro de 2007


Não ensinei ao meu peito como te amar sem sofrer
Nem saber esperar sem ânsia por tua ligação
Nunca soube no vazio na tua ausência compreender,
Quanto espaço preenches no vácuo do meu coração.

2 comentários:

Débora Val disse...

Texto lindíssimo!

: )

Já tinha saudades de passar por cá.

Bj.

Tito Ramalho (Livy) disse...

Opa, reconheço o poema, rsrsrsrsrsrs. Fui eu que escrevi.