quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Soneto de separação.

"De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente."

7 comentários:

Ana Carolina disse...

É de repente! Bonito soneto! :)

Heduardo Kiesse disse...


muito só
sim - estar muito muito só

e escrever um só

um so neto tão liindo assim!



adorei



Eduardo

Heduardo Kiesse disse...


muito só
sim - estar muito muito só

e escrever um só

um so neto tão liindo assim!



adorei



Eduardo

Fernando Serra disse...

Belo.
Tão belo como tudo que és Alanda!

anarte disse...

O Natal está a chegar e chega sempre a mesma dúvida de sempre: O QUE É QUE VOU OFERECER AOS MEUS AMIGOS E FAMILIARES NO NATAL?



Pois bem, eu tenho a solução para os vossos problemas: Visitem o meu blog http://artana22.blogspot.com/ e aí encontraram várias peças artesanais, feitas à mão, que podem oferecer no Natal aos vossos familiares e amigos.


Aproveitem pois, para além de seres muito baratos, são peças originais para poderem oferecer nesta época natalícia.

Renegade disse...

Sabe-se que vai acontecer, não quando...

Renegade disse...

É sempre de repente...